Sempre me vi no papel de Visitante nos museus. Por isso, vivi esta aventura de ver por dentro como se organiza e mobiliza recursos para expor parte do resultado de uma recolha de rendas e bordados portugueses dos sec. XVIII, XIX e XX, de Keiko Kamozawa, com o entusiasmo de principiante.
A receptividade de Oeiras, que acarinhou este projecto cultural, mostrar aos portugueses o melhor da sua cultura, engenho e criatividade, sensibilizou-me desde logo. E fui percebendo que tudo se foi materializando por encontros providenciais, encontros consonantes.
O lugar tem potencialidades em si mesmo, um mercado municipal que merece um restauro. Liga bem com a versatilidade cultural.
E o centro de Oeiras encantou-me desde logo. Thomas Bernhard via uma colagem na natureza dos lugares e dos seus habitantes. Isso tornou-se claro quando acompanhei a forma como tudo se realizou.
Encontros consonantes em que apetece dizer como no Shakespeare in Love, that's a mystery...
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